Sobre a obra

Falar sobre o que venho escrever não é nada mais do que falar sobre minhas reflexões. Minha cabeça foi sempre muito embolada, cheia de pensamentos que nunca imaginei que pudessem ser úteis, não que hoje acredite que sejam, mas penso estar mais preparado para não ser totalmente ridículo na exposição de um mundo que existe nas minhas idéias. Sempre aproveitei idéias para criar coisas que me completassem e que completasse as pessoas. Por isso sempre busquei compor canções que fossem especiais.

Tenho uma proposta musical que tentaria tirar o efeito da mídia e popularizar um tipo de música mais trabalhado, mais ligado ao sentimento, de uma forma que se pudesse ouvir a minha música e analizá-la como música, e não ouvir por ouvir. Sou quase contra esse negócio de ouvir por ouvir, ler por ler. Gostaria que a cultura se popularizasse por algo que realmente valesse a pena, de forma que as pessoas crescessem com isso, se não moral, intelectualmente. Toda essa reflexão que tive me trouxe um certo preconceito com coisas que se popularizam muito. Não que eu não goste da popularidade ou de músicas simples e fáceis de se decorar e cantar, mas as pessoas pararam de se atentar para a qualidade das coisas que elas deixam que entre em suas mentes.

Bom, de qualquer forma, esse não é um blog de música, por mais que a forma que eu vejo a música seja importante para entender a forma que escrevo, mas esse é um blog onde vou contar histórias. Histórias do que vivi e do que aprendi. Não preciso inventar algo para demonstrar isso. Tudo é apenas fruto de um outro mundo, no qual vivo. Apenas um outro mundo.

Esse é um livro que escrevi, uma união de histórias e acontecimentos que quis colocar aqui. O tempo muda conforme mudava a minha vida. Isto é, eu comecei a escrever o livro ao final de 2010, hoje, em 2012, quase ao fim do mundo, já vi mudarem muitas coisas na vida. Coisas que eu contava por “até hoje” no começo do livro que já acabaram. De certo, há uma tremenda falta de linearidade na história. Algo que forma-se a partir do momento em que sentava-me para escrever e, conforme o dia, escrevia o que quisesse. Vez escrevendo a continuação da história, outra alguma reflexão que julgue pertinente. Verdade é que o livro muda à medida que mudam as circunstâncias que regem minha vida. Verdade é que me diverti muito escrevendo o livro, espero que façam o mesmo.

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